segunda-feira, abril 03, 2006

O horizonte

Revejo-me no horizonte confidente de uma praia sem gente.

Existem segredos nos sons desenhados pelo silêncio destas paisagens. Um espaço amplo onde o pensamento se contradiz: vai e vem, acalma e inquieta, afaga lembranças e combate a nostalgia. Dia sim, dia não... É um desafio e um repouso ao olhar.

Que desconsolo por não o ter hoje por perto...
Amanhã vou visitá-lo!

3 comentários:

Antonio disse...

Um horizonte de contradições, dia sim, dia não, como um pulsar vital.
O meu olhar repousou, aqui.

RS disse...

Idem.
E agora deste-me vontade de ir ver o meu mar. Sim, que eu também tenho um. E é só meu.

Bem vinda.
RS

fernanda s.m. disse...

Por sugestão do Local&Blogal, vim passear até aqui e aqui me quedei a ler/ver/imaginar/recordar. Não há paredes que cheguem para receber tanta emoção! mas há ainda o mar. Parabéns, virei mais vezes.