terça-feira, abril 11, 2006

Arquipélago

Estrelas que flutuam
Raízes de céu em águas perdidas das nuvens
Amar na terra regada de um eterno jardim
E chegar em chuva
Ao mar que desagua em mim.

1 comentário:

Antonio disse...

Estás de férias e tens mais tempo para ti, mas a este ritmo matas-me de inebriamento. Deixa-me ter tempo de curar a ressaca entre poemas. ;)

Essa das estrelas como raízes do céu tem que se lhe diga.
Beijo.